O desenvolvimento intensivo da imunologia nos últimos anos tem permitido a aplicação bem sucedida de técnicas de imunoterapia em diversas doenças cujo mecanismo gerador ou mantenedor é uma hipersensibilidade, um desvio imunológico ou uma imunodeficiencia.
Destacamos as doenças oculares ou manifestações oculares imunopatológicas, as dermatopatias alérgicas e imunológicas (reações medicamentosas, dermatites, infecções focais, alergia alimentar ou ambiental), infecções urinárias recidivantes, doenças ginecológicas e urológicas (Candida, HPV, Herpes), alergias respiratórias, infecções respiratórias recidivantes e alergias em geral.
Os procedimentos imunoterápicos tem sido aplicados com muito sucesso nas doenças alérgicas (imunoterapia específica), na candidíase vaginal recidivante (imunomodulação sistêmica), no herpes e HPV (imunoestimulação sistêmica) e com relativo sucesso em oncologia e em outras doenças crônicas como a psoríases através de anticorpos monoclonais contra alvos antigenicos muito bem definidos, terapia com citocinas e interferons e drogas imunomoduladoras, de aplicação sistêmica, intralesional ou perilesional.